Mulheres mais bem sucedidas de Moçambique
Joana Mangueira
Outrora directora executiva do Gabinete da Primeira Dama (reco-nheça-se-lhe muitos dos feitos sócio-económicos deste organismo), hoje ela tem ainda mais poder no campo social. Directora Executiva do Conselho Nacional de Combate à SIDA, só pelo (desejado) alcance social dos programas, pela dimen¬são do orçamento e dos projectos que gere assume um poder “a priori”, que bem pode “a pos¬teriori” ganhar mais proe¬minência caso a estratégia de combate à pandemia tenha resultados positivos a médio prazo.
Alcinda Abreu
Por inerência do cargo de ministra dos Negócios Estrangeiros, esta se-nhora do “politburo” ganha só por aí poder. Resumido: é a chefe da diplomacia moçambicana.
Esperança Machavela
É outra que ganha poder pela inerência do posto que assume, de ministra da Justiça. Tanto poderá ser poderosa como frágil, perante o crime organi-zado e inflitrado em alguns sectores de administração da justiça. Praticamente rouba protagonismo a Isabel Rupia, a temerária e quixotesca chefe da Unidade Anti-Corrupção.